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Não consigo pagar tudo. E agora?



Para entrar bem o ano é importante planejar sua vida financeira e colher os frutos desse bom planejamento. As festas de fim de ano passaram e é muito comum que exageros tenham sido cometidos, e as contas ficaram para o novo ano. Não é um bom sinal, mas se esse é o seu caso, vou dar umas dicas para ajudar você a colocar ordem nas finanças.

Faça uma lista de entradas e saídas Deve ser algo simples. Uma planilha manual ou eletrônica vai ajudar. O que você ganha menos tudo o que você paga mensalmente é o que resta para pagar as dívidas.

Liste suas dívidas Faça uma lista de tudo o que você deve. Não tenha medo de fazer a lista. Talvez você tome um susto no início, mas relaxe, você vai sobreviver. A partir dessa lista, veja qual é o comprometimento mensal com as dívidas. Compare esse valor com sua disponibilidade financeira que você calculou no item anterior. Se você tem dinheiro suficiente para pagar o valor mensal das dívidas, ótimo. Caso não seja suficiente, terá de negociar com seus credores.

Negociando as dívidas Nunca fique na retaguarda, esperando que seus credores liguem para cobrar. Adiante-se. Negocie parcelas mensais que caibam dentro de sua capacidade de pagar. Na negociação, deixe claro que quer pagar, mas dentro do limite possível. Se você tem dificuldades para negociar, procure a ajuda de pessoas preparadas ou mesmo de órgãos do governo que possam ajudar você nessa tarefa, como o PROCON.

Use suas reservas Caso tenha reservas em poupança e fundos, por exemplo, use-as para quitar as dívidas que cobram juros superiores à rentabilidade paga pelos bancos. Não vale a penas ter reservas e ir afundando nos juros das dívidas.

Venda um bem Se for necessário, venda algum bem, que não seja essencial, para ajudar você a sair mais rapidamente das dívidas.

Priorize as dívidas caras Normalmente o “cheque especial” e o rotativo do cartão de crédito são as que cobram as taxas mais elevadas. Portanto, trate de quitá-las o mais rápido possível.

Troque uma dívida cara por outra mais barata A ideia básica é tomar um empréstimo pessoal ou consignado, que cobra juros menores, para quitar uma dívida mais cara, como a do cheque especial ou o rotativo do cartão de crédito. É muito provável que possa tomar esse empréstimo alternativo no próprio banco em que você tem conta.

Não volte a se endividar A melhor coisa daqui para frente é criar reservas para as compras e não contar mais com as “suaves parcelas mensais” para que elas não continuem a tirar seu sono.

Sucesso!

#FinançasemFamília

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