Onde tudo começa



A família é onde tudo começa. Somos formados no seio da família. Grande parte de quem somos e de como somos tem sua origem e sua explicação no contexto das vivências familiares. Nossa família e nossa história de vida são inseparáveis. O projeto de Deus para que o ser humano tenha uma existência plena de significado potencializa-se com a criação da família. É na dinâmica das relações familiares, cujo eixo principal está no relacionamento marido/mulher, pais/filhos, irmãos/irmãos, que estabelecemos as bases do nosso relacionamento pessoal com Deus e com as pessoas da nossa vida. Os conceitos de paternidade, filiação, conjugalidade, irmandade, respeito, obediência, honra e tantos outros são aprendidos e vivenciados primeiramente no contexto da família. Quando a família abre espaço para Deus, ela evolui para a condição de um lar. Uma casa pode ser apenas o lugar onde algumas pessoas moram, mas um lar é uma família onde Deus habita. A presença d’Ele é que faz toda a diferença. A cultura contemporânea, secularizada e materialista, supervaloriza as coisas e menospreza Deus, e o resultado são lares transformados em infernos bem-mobiliados, com aquecedores nas salas e inverno nos corações; roupas de marca nos armários e pessoas marcadas pela dor e solidão dentro dos quartos; carros bem-cuidados nas garagens e filhos esquecidos na sala de estar. Em geral, há dois tipos distintos de família. O primeiro tipo é a “família libertadora”, que se torna uma fonte geradora de vida, de estímulo à fé e à esperança. Nela, as pessoas não somente se sentem amadas, mas são incentivadas ao crescimento e à realização. A família libertadora tem sonhos, relaciona-se com Deus na mesa da casa, na poltrona da sala, à beira do fogão, vivendo com ação de graças, como testemunha viva da paternidade amorosa de Deus e do companheirismo gracioso do irmão mais velho, Jesus Cristo. O segundo tipo é representado pelo medo e opressão, em que a casa se torna um lugar de escravidão emocional, onde moram pessoas desencontradas entre si, experimentando sentimentos hostis. Não se relacionam, cruzam-se pelos corredores, não conversam, agridem-se. É possível que tenham religião, mas não conhecem a Deus. Estranhamente, expulsaram o criador da sua própria criação. Precisamos todos nos unir para salvar a família como Deus a concebeu. O que está em jogo não são apenas divórcios, a nova sexualidade, a ideologia de gênero, aplauso à pedofilia, o culto à infidelidade e à soberania do prazer. Tudo isso por si só já é dramático e assustador. Contudo, o que está em jogo, de fato, é um projeto das trevas contra Deus e a família. A cultura contemporânea, representada por segmentos do mundo das artes, da mídia, das letras, da política, deseja destruir esse grande projeto de Deus para a humanidade, tudo porque é na família que estão os fundamentos da relação de Deus com os homens e os princípios basilares dos relacionamentos dos homens entre si. Ela é a escola onde são ensinados os valores sagrados da vida. Não obstante essa fúria maligna, Deus e a família triunfarão. Nesses tempos de turbulências, o único lugar seguro para a nossa família é permanecer nas mãos de Deus. A minha e a sua também!

#Solteiroa #AfamílianasmãosdeDeus

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