Amor verdadeiro



Vivemos dias cada vez mais difíceis para educar filhos, pois, infelizmente, a maior influência sobre a formação deles não são os pais, mas as terríveis e destruidoras “multimídias” de TVs, tablets, celulares e computadores! Como mãe de quatro filhos casados, avó de onze netos e, principalmente, meu marido e eu como conselheiros matrimoniais e de famílias no Colégio Shalom e na igreja em Blumenau e em muitos outros lugares, temos visto isso e nos assustado, por isso descrevo aqui algumas observações que podem ajudar você a acordar enquanto é tempo. O Primeiro Princípio Imutável que quero lembrar-lhe está em Provérbios 22.6: “Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos não se desviará deles”. Diante disso, veja se isto acontece com você e seus filhos:

Os pais estão entregando seus filhos não apenas às multimídias, mas às instituições – creches, escolas de tempo integral, cuidadores, etc. –, enquanto trabalham, como dizem, para dar “o melhor” para eles. Como conseguem uma melhor condição financeira, presenteiam mais os filhos para compensar o fato de não estarem presentes para instruí-los. O amor verdadeiro é medido pelo tempo que dedicamos àquilo que dizemos amar! Quanto tempo você dedica aos filhos para brincar, passear, ver filmes e desenhos (bíblicos e cristãos), estudar a Bíblia e fazer as tarefas com eles? Isso ajudará a formar amizade e vínculos para sempre! Será que sua família é disfuncional, sem a presença real de Deus, com inversão de papéis – a mulher lidera e cuida – e na qual o materialismo, o individualismo e o egoísmo prevalecem? Para que a presença de Deus seja efetiva, a obediência à Palavra é pré-requisito, como Jesus disse em João 14.23-24: “Respondeu Jesus: ‘Se alguém me ama, obedecerá à minha palavra. Meu Pai o amará, nós viremos a ele e faremos morada nele. Aquele que não me ama não obedece às minhas palavras’”. Desde cedo, os pais devem cultivar amizade e companheirismo, e isso só acontece dedicando tempo e fazendo coisas que os filhos gostam e precisam. Isso deve ser feito com os filhos juntos, mas o pai e a mãe também devem dedicar, cada um, tempo para cada filho, para brincar, fazer um lanche fora, conversar, ouvir sobre suas tristezas, lutas, frustrações (especialmente com o pai e com a mãe) e sonhos. Isso vai criando e firmando um canal aberto e seguro de comunicação para eles abrirem o coração, exporem seus sentimentos e saberem que mesmo na adolescência e idade adulta seus pais são seus melhores amigos e quem conhece a sua história e lutas. Os pais devem ser os incentivadores, consoladores, discipuladores e disciplinadores dos filhos, orando diariamente com eles, afirmando os Princípios Imutáveis de Deus, proferindo sempre palavras de bênçãos, nunca de maldições e depreciações. Quando erramos como marido ou mulher, ou como pais, devemos confessar uns aos outros, pois assim estaremos “instruindo a criança” como fazer quando ela pecar, sempre orando uns pelos outros!

#Paisefilhos

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