A adoção pode acontecer para um(a) solteiro(a)



De acordo com o Código Civil vigente em nosso país, todas as pessoas com mais de 18 anos podem adotar uma criança ou adolescente. A restrição é que o(a) adotado(a) deve ser 16 anos mais novo que o(a) adotante. Assim, pela lei é facultado a um(a) solteiro(a) o direito de adoção, desde que observadas as regras estabelecidas. Em uma sociedade em que as injustiças imperam em vários segmentos, todo ato de amor e acolhimento a quem não tem um pai e uma mãe é sempre bem-vindo. No entanto, temos de avaliar essa e qualquer outra questão à luz dos princípios bíblicos. Sobre isso, a Palavra diz que o conjunto familiar normal é formado por um casal que gera filhos. “Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem. A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa” (Salmos 128.1-3). Como disse antes, toda tentativa de ajuda é válida, lembrando sempre que o padrão estabelecido por Deus é o correto, é funcional e atende a todas as necessidades de uma criança, que receberá não só educação, mas aquilo que é mais importante: a influência de um pai e de uma mãe. Nessa sociedade moderna, em que se prega todo tipo de igualdade, é bom lembrar que a verdadeira igualdade se deu pela morte de nosso Senhor Jesus Cristo na cruz do Calvário. A verdadeira justiça social (antes, a espiritual, sem dúvida) se deu ali, pois todos fomos adotados pelo Aba e transformados em filhos dele mediante a fé em Cristo. Essa é a verdade que quebra paradigmas, impacta a sociedade e abençoa todas as famílias da terra. “Vós sois os filhos dos profetas e do pacto que Deus fez com vossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão abençoadas todas as famílias da terra” (Atos 3.25).

#Solteiroa

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