Fé nas promessas de Deus quanto às finanças



Certo dia, em minha igreja, estava preenchendo o envelope de dízimo e coloquei o nome de minha esposa e dos meus filhos. Chamei meu filho mais velho, que na época estava com aproximadamente seis anos, e pedi-lhe que o colocasse no gazofilácio. Ele se alegrou em ver seu nome escrito no envelope e perguntou por que estava ali. Expliquei que tudo que eu havia ganhado foi dado por Deus, e como o Senhor havia abençoado nossa família, todos deveríamos honrá-lo dando-lhe o dízimo.

Acredito que desde pequenos precisamos ensinar nossos filhos sobre a importância de honrarmos a Deus. Primeiro porque Ele é digno e segundo porque Ele prometeu nos abençoar quando nós o honramos.

As promessas de Deus em nossas finanças estão determinadas por toda a Bíblia pelo simples fato de que o Senhor ama a prosperidade de seus servos: “Cantem de júbilo e se alegrem os que têm prazer na minha retidão; e digam sempre: Glorificado seja o Senhor, que se compraz na prosperidade do seu servo!” (Salmos 35.27).

Apesar de Deus se agradar em nos abençoar em todas as áreas, incluindo a financeira, isso não acontece de forma automática. A maioria das promessas é condicional à nossa obediência, sobretudo à maneira como nós o honramos, ou seja, como atribuímos valor a Ele.

“Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares” (Provérbios 3.9-10). Perceba que esses versículos estão divididos em duas partes: honra ao Senhor; encherão fartamente os teus celeiros. Quando honramos o Senhor, Ele nos abençoa. Podemos descansar porque Ele cumprirá tudo o que prometeu.

Precisamos lembrar que nesse texto Deus não está pedindo dinheiro ou ofertas, mas a honra que lhe é devida; e a maneira de honrarmos é oferecendo as primícias de nossos bens.

Deus quer ser colocado em primeiro. “… buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6.33). Quando um casal ou uma família entende o princípio da honra e das promessas advindas, certamente comerá o melhor desta Terra. O grande problema acontece quando “esquecemos” de Deus e achamos que podemos viver de maneira próspera sem honrá-lo. Há um texto na Bíblia que nos adverte quanto a essa verdade: “Antes, te lembrarás do Senhor, teu Deus, porque é ele o que te dá força para adquirires riqueza…” (Deuteronômio 8.18).

Lembro-me de uma historinha que ouvi há muito tempo: certo menino pediu para sua mãe uma moeda para ofertar num culto especial em sua igreja. A mãe se alegrou tanto com aquele pedido que, além de dar a ele a moeda para a oferta, também deu outra para ele comprar uma pipoca ao término do culto. O menino, feliz da vida, pegou as duas moedas e foi para a igreja brincando de jogá-las para o alto. Em dado momento, uma delas acabou caindo no chão e rolou até um bueiro… o menino, vendo somente uma das moedas em sua mão, disse, sem pestanejar: “Puxa, Jesus… logo a sua!”.

Como família, precisamos aprender a administrar nossas finanças com sabedoria, crendo que Ele cumprirá suas promessas.

Quero convidar você e sua família a estabelecerem mais do que um simples dar a Deus o que é de Deus; convido-os a honrarem a Deus com tudo aquilo que Ele lhes tem dado.

Não sei se você está enfrentando algum problema financeiro; não sei como Deus irá realizar grandes milagres em suas finanças, porém quero encerrar com as palavras de Jesus, baseado na lei da semeadura: “Disse ainda: O reino de Deus é assim como se um homem lançasse a semente à terra; depois, dormisse e se levantasse, de noite e de dia, e a semente germinasse e crescesse, não sabendo ele como. A terra por si mesma frutifica: primeiro a erva, depois, a espiga, e, por fim, o grão cheio na espiga” (Marcos 4.26-28).

Se Ele prometeu, é certo que fará!

#Finanças #Administração

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