Relacionamento pautado em pureza



Este é um tema em que não existe unanimidade entre os cristãos, e cada um entende que deve ser de uma forma. Mas em um ponto todos concordam: a cada dia os padrões de namoro cristão estão mais próximos dos padrões de quem não tem a Palavra de Deus como parâmetro.

Embora não exista relato de namoro na Bíliba, é preciso entender o contexto cultural. Naquele tempo não existia namoro, porque a escolha era dos pais e não da própria pessoa. Dessa forma, o namoro era totalmente dispensável, já que ele tem a finalidade de conhecer a pessoa com quem se pretende dividir o resto de sua vida.

Se os jovens entendessem com clareza a importância do namoro para um casamento saudável, muitos problemas conjugais seriam evitados. O namoro é um tempo precioso para conhecer um ao outro: conhecer os sonhos, o caráter, a integridade, as manias, a forma de ver a vida e até mesmo os defeitos e qualidades. É tempo de compartilhar para saberem se, mais que atração, existe compatibilidade de expectativas de vida e ministeriais.

Mas, como se diz, o amor é cego. E cegueira numa escolha tão importante não é uma virtude! Às vezes, ou melhor, muitas vezes, a atração, a paixão e o enganoso coração fazem com que se ignorem todos os sinais de que um relacionamento está fadado ao fracasso. O período de namoro passa a ser somente o suprimento de afeto, perdendo o verdadeiro motivo de existir.

Quando o namoro se resume a apenas um suprimento de afeto, e não para valorizar o conhecimento um do outro, a busca de intimidade espiritual, passa a ser um relacionamento pautado em toques, beijos e tudo o que faça com que os desejos da carne sejam satisfeitos. A intimidade espiritual e o conhecimento um do outro são substituídos por intimidade carnal, afeto suprido por toques.

Essa intimidade é para ser desenvolvida no casamento, depois que o casal assumiu diante de Deus, dos pais e da sociedade que existe um compromisso entre eles para toda a vida. A intimidade física, sexual, não é um teste: se não der certo, tento com outro(a). Em um relacionamento sexual, o homem e a mulher se tornam um. Como é possível ser um com uma pessoa em um dia e com outra em outro dia? É dessa forma que a promiscuidade entra sorrateiramente na vida de um cristão desavisado. Aos poucos ele perde o senso de valor próprio, e quando menos percebe se entrega com facilidade a quem ofereça um pouco de afeto e amor mentiroso.

O namoro cristão é um relacionamento pautado em pureza e tem um porquê. O cristão não brinca com sua própria vida nem com suas escolhas. Ele usa com sabedoria o tempo com a pessoa amada para poder construir uma vida a dois com a bênção do Senhor.

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