Como um divórcio pode afetar os filhos



Divórcio não é um tema fácil, porque vivemos dias em que se relativiza tudo e muitas pessoas já casam com a intenção de se separar caso não gostem da experiência ou não se adaptem. Porém, o divórcio não é algo tão fácil de enfrentar. A união matrimonial teve origem na criação, e Deus fez tudo para ser prazerosa e segura para a saúde física e mental do casal, a fim de ser uma proteção à continuidade da raça humana e da segurança na formação de pessoas saudáveis e sociedades justas e equilibradas (Hebreus 13.4).

Porém, a queda introduziu a vontade humana e o desejo de conhecer a vida fora dos padrões divinos até chegar aos dias atuais. A sociedade vem aumentando as consequências das violações dos vínculos familiares. Muitas crianças já nascem sem seus direitos básicos a uma família que as proteja, cuide e ame. Filhos de casais separados sofrem e carregam um vazio que irá se manifestar de várias formas (Malaquias 2.16).

Deus amou o mundo de tal maneira que enviou seu Filho Jesus Cristo para viver e morrer por nossos pecados, então as pessoas que desejam viver sob a sua direção buscam relacionamentos baseados na Palavra de Deus. Muitos têm encontrado restauração para seus casamentos e cura para seus vínculos familiares por meio de uma vida orientada por Deus, mas nem todos têm a paciência ou suportam perseverar na forma como Deus age, o que, na maioria dos casos, exige tempo e mudança de atitudes (Mateus 19.3-9).

Há casos em que não se pode esperar, pois envolve risco de morte e de integridade física, moral e psicológica. Então, não podemos aguardar que o pior aconteça. Quando o adúltero não demonstra arrependimento genuíno, repetindo esse ato vil que abala a confiança do cônjuge, machuca-o e desestrutura o vínculo conjugal, também é um caso que necessita da carta de divórcio. Quando existe violência física e moral, o coração está endurecido e não se submete a um acompanhamento pastoral ou até a um tratamento psicológico ou psiquiátrico.

Deus não se agrada do divórcio, principalmente quando os motivos são banais e sem justificativas reais, como, por exemplo, “Ah, não gosto mais, por isso vou pedir o divórcio” ou “Encontrei outra pessoa”.

A relação sexual é um pacto de sangue, e os cientistas Elizabeth Hammock e Larry Young demonstraram que a fidelidade conjugal é comprovada geneticamente. Eles realizaram estudos com roedores e com humanos que revelaram que a monogamia, ou seja, a fidelidade conjugal, é comprovada pelo desenvolvimento do gene receptor de vasopressina, que é um hormônio que tem efeitos poderosos em comportamentos sociais como confiança, empatia e vínculo sexual em humanos e outros animais. Portanto, faz sentido que mutações no gene receptor de vasopressina – que pode alterar sua função – poderiam afetar o comportamento sexual humano. Porém, esses mesmos cientistas dizem que esse desenvolvimento genético está ligado à cultura desses indivíduos. Ou seja, vai depender do ambiente familiar em que foram criados (1 Coríntios 7.39).

Estamos inseridos numa sociedade relativista, mas para aqueles que desejam usufruir de uma relação familiar plena e abundante, existe a Palavra de Deus para orientar e proteger esse maior bem que Deus nos deu: a família (Malaquias 4.5-6).

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