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As cinco linguagens do amor



Quase todos os casais cristãos, de alguma maneira, já ouviram falar em “linguagens do amor”, terminologia cunhada pelo escritor americano Gary Chapman em seu famoso livro As cinco linguagens do amor, publicado no Brasil pela Editora Mundo Cristão. Ele popularizou e sistematizou, e isso foi muito bom, o que o psicanalista, filósofo e sociólogo alemão Erich Fromm já tinha escrito, na década de 50, no seu livro A arte de amar, no qual usou a expressão “símbolos do amor”.

Ambos os autores foram importantes para compreendermos o amor. Chapman nos ensinou, e ainda nos ensina, que o amor deve, acima de tudo, ser demonstrado de forma concreta nas relações humanas. Erich Fromm, por sua vez, escreveu o que se poderia chamar de um tratado sobre o amor. Para ele, o amor, como a música, a pintura, a carpintaria ou exercer a medicina ou a engenharia, deveria ser aprendido. O amor é algo ensinável.

Talvez você já tenha ouvido algum preletor para casais dizer que o amor é uma decisão, e esse conceito foi criado por Erich Fromm: “O amor é uma decisão, é um julgamento, é uma promessa. Se o amor fosse só um sentimento, não haveria base para a promessa de amar um ao outro para sempre. Um sentimento vem e pode ir”.

Se uma pessoa ama a outra, de verdade, ela não nutre apenas um sentimento, mas decide amar, e aqui surge a grande contribuição de Gary Chapman. Para ele, o amor é demonstrado de cinco maneiras: toque físico, tempo de qualidade, palavras de afirmação, presentes e atos de serviços.

Demonstramos amor por meio de abraços, beijos, andar de mãos dadas, do carinho, das massagens relaxantes, do cafuné; quando passeamos juntos ou sentamos no sofá para ver um filme; ao dirigir palavras positivas, de encorajamento, de ânimo, de elogio, que fazem bem às emoções e fortalecem e levantam a autoestima do(a) nosso(a) amado(a); quando lhe damos presentes ocasionalmente, em datas especiais; e também quando participamos dos afazeres domésticos.

O grande desafio, segundo Chapman, não é apenas demonstrar o amor por meio dessas linguagens, mas também conhecer a linguagem de amor que o amado ou a amada mais se satisfaz e que preenche suas necessidades de ser amado e a partir daí concentrar-se nessa linguagem, sem se esquecer das demais.

Os conceitos de Erich Fromn e de Gary Chapman são importantes para o relacionamento na família e no casamento, mas o maior tratado de amor está na Palavra de Deus, em 1 Coríntios 13. Esse amor foi vivenciado, na sua plenitude, por Jesus. Ele não apenas ensinou sobre o amor, mas viveu o amor. Ele é o próprio AMOR.

#LinguagemdoAmor

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