Vivenciando a experiência do idioma do amor



Para escrever este artigo, vieram rapidamente ao meu pensamento várias situações, poesias, canções, romances, livros que falam sobre a linguagem do amor, bem como diversos momentos bíblicos que relatam as experiências de conjugar o verbo amar. Nessa direção, indaguei: será que existe uma linguagem do amor ou uma comunicação do amor? Os dicionários definem linguagem como um sistema que uma pessoa utiliza para comunicar ideias e sentimentos, e, na verdade, a descrição desses sentimentos poderá ocorrer por diversas maneiras: fala, escrita, imagens, desenhos, gestos, toques. Enfim, nosso corpo constitui o mais ousado meio de linguagem, por causa de seus variados movimentos.

Conclui-se, dentro de minha óptica, que há linguagens do amor ou várias comunicações do amor. O amor não é um produto enlatado que pode ser produzido em série. Muitas pessoas aprendem a linguagem do ódio, da discriminação e da violência; nós podemos aprender a estupenda linguagem do amor em todos os nossos relacionamentos. Por isso, a linguagem do amor tem cara, tem sangue, tem carne, tem sorriso, tem toque, tem paixão, tem lágrimas, tem empatia, entre outros atributos.

Nessa direção, não podemos esquecer que o apóstolo Paulo descreve, magnificamente, as várias características da linguagem do amor em sua correspondência no conhecido texto de 1 Coríntios 13. A linguagem do amor apresentada por Paulo não é um retumbante discurso recheado de palavras de efeitos, mas uma linguagem profundamente espiritual e com ressonâncias práticas em nosso cotidiano: amar é doar-se; amar é viver o dom de Deus em nossos mais profundos relacionamentos. O amor é a ponte que nos liga à eternidade: “Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba (...) Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor” (1 Coríntios 13.7-8a, 13).

Vivenciar a experiência do idioma do amor exige um processo permanente de busca, aprendizado e constante vigilância para o aprofundamento das relações conjugais. Nessa linha, o Dr. Gary Chapman, em seu livro As cinco linguagens do amor, sugere que precisamos, na dinâmica conjugal, priorizar palavras de afirmação, qualidade de tempo, receber presente, formas de serviço e toque físico.

No final deste pequeno artigo, pergunto: como você reage a essas sugestões do Dr. Gary? Elas têm acolhimento nas suas relações conjugais? Como exercitar no cotidiano da sua vida conjugal uma prática que lhes permita sair do isolamento, do comodismo e da rotina?

#Casamento #LinguagemdoAmor

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