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Preparando-se para o casamento



A palavra “namoro” tem, como tanta coisa linda, sido degenerada, mesmo não tendo um claro uso na Bíblia. Entendo que deveria ser um período em que jovens cristãos (nunca crianças e adolescentes, como vemos hoje) poderiam buscar, durante um tempo, o conhecimento mútuo em nível de espírito e alma (orando e compartilhando sonhos, experiências positivas e frustrantes da vida, leituras sobre o assunto, como os materiais dos nossos queridos Jaime e Judith Kemp), além dos princípios bíblicos, cercados de uma paternidade/aconselhamento espiritual de casais realizados em Deus, para fundamentação do casamento e das suas gerações.

Tudo isso os filhos, desde criança, deveriam aprender dos pais e da igreja. Infelizmente, quase não vemos isso, mas sim os pais, a igreja e esta geração pós-moderna amoldando-se ao padrão deste mundo, com crianças, adolescentes, jovens e até casados envolvidos em namoros e relações imorais, virtuais ou reais, completamente fora dos planos eternos de Deus, tão claramente descritos em 1 Coríntios 6.9 – 7.5, Gálatas 5.16-21, 1 Tessalonicenses 3.13 – 5.5, Hebreus 13.4, Lucas 17.26-30 e outros, que têm sido esquecidos pelos pais e pela igreja destes últimos dias!

Dentro do princípio de Gálatas 6.7-10, temos visto adolescentes, jovens, casais e pais cristãos semeando para sua carne nos relacionamentos pré-matrimoniais e familiares e, por consequência, a igreja colhendo destruição precoce desta geração e das famílias. Por isso, quero, brevemente aqui, com base nos textos citados, como pai de quatro filhos e avô de onze netos, hoje a maioria deles adolescentes, dar alguns conselhos para você:

1. Ao contrário do que vemos, pelos textos de 1 Coríntios 6.9 – 7.5 e Gálatas 5.16-21, todo o envolvimento com toque, carinho, ficar, intimidades e relações sexuais antes ou fora do casamento são pecados contra o próprio corpo e encabeçam as obras ou frutos da carne, e os que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus. 2. Quem crê na Bíblia e no breve arrebatamento sabe que este assunto da imoralidade sexual que envolve o ficar e namoros e casamentos no padrão deste mundo vai trazer juízo e condenação para muitos que se dizem cristãos evangélicos, mas não sabem controlar seu próprio corpo de maneira santa e honrosa para o casamento e para a vinda de Jesus, como nos advertem 1 Tessalonicenses 3.13 – 5.5, Hebreus 13.4 e Lucas 17.26-30.

Os meus filhos aprenderam isso desde a infância, na linguagem que cada fase permitia, mas quando todos chegaram à adolescência quiseram namorar e tiveram suas paixões juvenis, mas foram orientados por esses e outros princípios eternos e pela nossa posição radical de não permitir que tivessem relacionamentos que não visassem o casamento e de não admitirmos os “test drives” com vários jovens, perdendo a pureza do corpo santo e o matrimônio honrado.

Por isso, não permitimos relacionamentos longos, a não ser orando e pedindo confirmação de Deus para o(a) candidato(a) a marido ou esposa. Como nasceram em cinco anos (dois homens e duas mulheres), também em quatro anos todos se casaram, três com dezenove anos e um com vinte e um. Aqueles que, depois de orarem e terem certeza de que era um relacionamento de Deus, com aprovação e a bênção dos pais e pastores, mesmo assim se excederam em toques, carinhos e intimidades, antes ou depois do casamento, vieram e confessaram, pois sabiam que isso teria consequências aqui nos seus dias, suas gerações e na eternidade. Hoje todos têm seus casamentos firmes, mesmo diante das muitas tempestades, todos servem ao Senhor e podem transmitir isso a seus filhos, preparando-os para o casamento do Cordeiro (1 Tessalonicenses 4 e Apocalipse 19.1-10).

#NamoroCristão #Casamento

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