• Admin

Vivendo uma vida financeira saudável



Há pouco tempo, a infidelidade conjugal era o maior motivo para a separação de casais. Hoje, a maioria dos conselheiros conjugais afirma que a má relação da família com o dinheiro tem sido o fator determinante para destroçar famílias que estavam unidas por anos.

Neste artigo, quero compartilhar com você alguns princípios que eu e minha família temos seguido para sermos bem sucedidos na área financeira. Creio que se você segui-los, também alcançará uma vida financeira saudável.

Jesus é o Senhor da nossa vida e das nossas finanças. Consequentemente, tudo que Ele tem nos permitido conquistar é d’Ele. Temos a consciência de que de onde viemos nada trouxemos e para onde iremos nada levaremos.

Fazemos um planejamento Anualmente, procuramos fazer um planejamento do que desejamos alcançar, qual é a direção de Deus, que vamos ter por meio de orações e meditação na sua Palavra. Dwigth D. Einsenhower afirmou: “Os planos não são nada, planejar é tudo”. Se tivermos paz no coração, vamos em frente, senão entendemos que a hora ainda não chegou. Mais do que planos, temos um planejamento.

Poupamos para ter dinheiro e, se possível, comprar à vista Sempre ouvi de meu pai: “Quem tem dinheiro na mão pode chegar ao balcão e ‘meter a banca’”. Quando alguém chega a uma loja dizendo “quero comprar e pagar à vista”, tem um bom desconto e um atendimento VIP.

Pesquisamos e pedimos sugestões Fazemos no mínimo três orçamentos das melhores lojas com os melhores preços e pedimos informações com amigos que são modelos de bons mordomos. Claro, oramos sempre antes, pois pratico o que aprendi com minha sogra: “Deus tem sempre coisas boas e baratas para quem é fiel e generoso”.

Procuramos comprar na hora certa Analisar como está a situação do mercado financeiro e sentir se é para esperar mais um pouco ou comprar o quanto antes. Quando o mercado está oscilando muito, um pouco de cautela não faz mal a ninguém. Aliás, já dizia John Templeton: “O momento de grande pessimismo é o melhor para comprar, e o momento de grande otimismo é o melhor para vender”.

Temos critérios nas compras e começamos com as prioridades Sejam compras em curto, médio ou longo prazo, as prioridades são respeitadas. A não ser que seja algo emergencial, quem chegar precisa entrar na fila. Quando começamos a mobiliar o nosso apartamento, a cada ano colocávamos alguns móveis e fazíamos alguma reforma, até chegarmos àquilo que entendíamos ser o ideal.

Evitamos o desperdício e aproveitamos as sobras de alimentos Compramos o necessário. Nada de jogar fora a comida que recebemos do Pai. Se sobrar, fazemos o famoso “mexidão”, e os pães viram torradas. Mas na maioria das vezes doamos aos mais necessitados.

Programação para atingir os objetivos

Festa de quinze anos Quando nossas filhas completaram quinze anos, uma queria uma festa e a outra queria fazer uma excursão à Disney. Elas puderam realizar seu sonho porque desde que nasceram comprei dois cofrinhos e durante quinze anos enchi-os e ainda separei algum trocado que mensalmente era depositado em uma caderneta de poupança. Assim que os cofrinhos enchiam, o valor também ia para a poupança. Se a família não tiver uma boa renda, será pega de surpresa! Comprar um cofrinho e abrir uma caderneta de poupança logo que os filhos nascem é algo divino.

Férias Reservamos algum valor mais os direitos das férias.

Viagens em datas especiais Não foram poucas as vezes em que usamos as milhas aéreas como dinheiro para as passagens ou pontos para as viagens em família.

Aniversários Geralmente minha esposa e minhas filhas escolhem almoçar em um daqueles restaurantes que só dá para ir uma vez a cada seis meses. E sempre compramos um presente que caiba no orçamento e agrade a todos. O valor do presente não está no seu preço, mas na consideração da lembrança.

Formaturas O que seria da família se não tivesse uma reserva extra? Jamais conseguiria ter a alegria e a honra de ver um filho ou filha recebendo o tão almejado diploma da faculdade. A caderneta de poupança, o cofrinho ou uma reserva em algum investimento fazem toda a diferença quando o assunto é formatura.

Consagramos o dízimo e ofertamos com muita alegria ao Senhor Deus O primeiro dinheiro que sai dos recursos que Deus coloca em nossa mão é o dízimo, que não é uma oferta, e sim as primícias de toda a nossa renda, conforme descreve Salomão em Provérbios 3.9-10. No mesmo livro de Provérbios, Salomão afirma que as ofertas são inseparáveis do dízimo (11.24-25). Em sua visão, o dízimo é uma maneira de honrarmos a Deus, de atribuirmos a Ele o seu devido valor, mas a oferta é uma radiografia do nosso coração, que revela se somos generosos ou não. Para ele, a oferta atrai vitórias financeiras na vida de quem a pratica (Provérbios 11.25). Depois da entrega do dízimo, separamos imediatamente uma oferta mensal de gratidão, mais as ofertas missionárias mundiais, que são quatro durante o ano, as ofertas missionárias locais e também contribuímos quando somos solicitados por Deus. Tenho alegria de dizer que toda a minha família é dizimista e ofertante ao Senhor.

Saldo Depois de receber os recursos, oramos agradecendo ao Senhor, separamos imediatamente a parte sagrada e saldamos nossos compromissos agendados. Todo o dinheiro que sobra fica como prevenção ou vai para uma caderneta de poupança, até conseguirmos um valor para fazer um investimento.

Esses são princípios que a nossa família vem aprendendo com o Eterno. São bíblicos, práticos, simples e funcionam. Foi Ele quem nos deu, e tudo o que Ele nos dá funciona e multiplica!

#Dinheiro #Namoro #Casamento #FinançasemFamília

  • Twitter Clean
  • w-facebook