Escolha amar



Fomos criados por um Deus de amor, portanto está em nossa essência a necessidade de sermos amados e amar, mas esta não é uma tarefa tão simples, não é verdade? Jesus nos ensina a amar ao próximo como a nós mesmos, então precisamos estar dispostos e escolher amar para cumprir essa ordenança.

Se quisermos um casamento duradouro, uma família que viva em harmonia e relacionamentos de sucesso, é preciso se esforçar para expressar nosso amor ao outro da maneira que ele entenda e o receba.

Gary Chapman, em seu livro As cinco linguagens do amor, nos mostra que basicamente as pessoas têm cinco formas diferentes de se sentirem amadas:

Palavras de afirmação – Pessoas que precisam ouvir elogios, ser admiradas, ouvir frases como “eu te amo”, “você é importante para mim”. Tempo de qualidade – Para outras pessoas, o importante é estarem juntas, terem tempo em comunhão, receberem atenção, terem trocas de olhares e dedicação. Presentes significativos – Existem também pessoas que consideram uma alta demonstração de amor ganharem pequenos mimos. Esses presentes podem ser simbólicos, como um chocolate, uma carta ou uma flor. O importante para elas é saberem que foram lembradas e surpreendidas. Atos de serviço – Para esse grupo de pessoas, a maneira de demonstrar amor não está em presentes ou em tempo de qualidade, mas em apoio e auxílio em suas tarefas e desafios. A melhor maneira de agradá-las é pondo a mão na massa. Toque físico – São as pessoas que precisam e se sentem amadas por meio do contato físico, algumas vezes demonstrados por um abraço, um toque nos ombros, um cafuné. Para elas, isso vale mais do que um presente caro.

Todos nós precisamos entender que a linguagem do amor não é algo que escolhemos. Ninguém escolhe se sentir amado de um jeito ou de outro. Muitas pessoas ainda acreditam que a sua maneira de se sentir amado é a mesma dos seus filhos e cônjuge, o que quase sempre traz grande conflito e decepção. Algumas pessoas nunca pensaram em sondar como seus filhos e cônjuge realmente se sentem amados. Se você demonstra o amor da maneira que gosta de receber, porém essa não é a forma que o outro se sente amado, é bem provável que isso trará uma grande instabilidade em seus relacionamentos.

Primeiramente, seria interessante você se autoconhecer, se ainda não o fez, é claro. Comece fazendo perguntas do tipo:

  • O que faz com que eu me sinta amado(a)?

  • Qual é a forma mais frequente que eu expresso meu amor?

  • Em quais momentos me sinto mais reconhecido(a) e valorizado(a)?

Perguntas como essas podem ajudar você a reconhecer por que em alguns momentos se sente enfraquecido(a) e frustrado(a) e não se sente amado(a).

Você também pode tentar ampliar sua visão percebendo como as pessoas que você ama se sentem realmente amadas. Saiba que podemos magoar pessoas queridas por não saber expressar sua linguagem de amor. Eu particularmente acredito que problemas como sentimentos de rejeição, baixa autoestima ou até mesmo depressão podem surgir por falta desse conhecimento.

Talvez o mais importante agora seja você compreender que em muitos momentos as pessoas estejam fazendo o seu melhor sem conseguir nenhuma conexão com você, nem conseguindo demonstrar o quanto o(a) amam. Não porque não o(a) amem ou porque não tentem, mas apenas porque se expressam de maneira diferente de você. Se você pode ver isso, então também pode perdoá-las.

Escolha amar. Afinal, todos querem se sentir amados. Jesus disse: “… façam aos outros o que vocês querem que eles façam a vocês…” (Mateus 7.12). Mas lembre-se de que, nesse caso, o que você realmente quer que lhe façam é se sentir amado(a) e não necessariamente a maneira como você procura demonstrar.

#LinguagemdoAmor

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