“Quando eu amo você?” ou “Quando eu amo você!”



A pontuação pode fazer toda a diferença. Como vai o seu amor? Você está apaixonado? Continua apaixonado? Este é um texto para namorados que desejam casar e para casados, que devem continuar namorando… Uma oportunidade para refletir sobre o romantismo. Como manter o romantismo no namoro? Como manter o interesse, o romantismo em nosso casamento, aquela sensação gostosa e especial do relacionamento?

Vamos pensar em algumas fases do relacionamento: “amor cego” (encantamento) – fase muito especial, em que não conseguimos achar defeito no outro; “desencantamento” – o amor passa a ver o outro como ele é, ou seja, não é tão perfeito assim. Claro que não é o fim do relacionamento, mas o começo de um relacionamento mais maduro. Passamos a amar o outro não como gostaríamos que ele fosse, mas de fato como ele é; “crescei e multiplicai” – fase de conquistas, em todas as áreas: financeiras, estabilidade, maturidade etc.; crise – faz parte de qualquer relacionamento. Não significa algo só ruim, mas faz parte do processo de crescimento. E dentro das conquistas – estresse, trabalho, ativismo, individualismo –, como manter o amor, o carinho, o romantismo?

O livro de Rute, que, antes de tudo, é sobre relacionamentos de amizade e compromisso familiar, pode nos dar valiosas lições. O versículo-chave para entendê-lo é: “O Senhor retribua o teu feito... (Rute 2.12).

A partir disso, vamos olhar o texto com a perspectiva do relacionamento. Quais são os elementos que caracterizam o amor, que sustentam um relacionamento?

  • Declaração de amizade – nora para sogra (1.16).

  • Interesse – Quem é esta moça? (2.5).

  • Zelo de Deus – fidelidade ao Senhor (2.12).

  • Zelo de Boaz – cuidado para com ela. Provisão para elas (2.15).

  • O desejo de um lar para ser feliz (de mara – amarga – para agradável) (3.1).

A figura do resgatador – go el, remidor –, que tem como responsabilidade resgatar uma propriedade que Deus dera e não poderia ser vendida. Em Rute o termo é encontrado cinco vezes no sentido da família e não da propriedade. O resgatador assume um compromisso público, testemunha e faz a remissão de Rute (3.9 e cap. 4).

E hoje? O que temos a aprender para o nosso namoro/casamento? Aqui estão alguns pontos importantes: Aproximação: o desejo de estar com o outro. O namoro, e também o casamento, deve ser uma oportunidade de encontrar o outro. Essa aproximação deve ter como elemento a vontade de Deus e a disposição do casal em se conhecer e vivenciar esta realidade. Desejo: nessa área temos os maiores desafios. Para os namorados, entender o “limite” a que se pode chegar no seu relacionamento, sem contrariar a vontade de Deus e sem desrespeitar o outro. No relacionamento conjugal, essa é uma área importante a ser cuidada e cultivada. Paixão: está ligada ao desejo, algo que deve de fato “aquecer” o coração. A paixão aproxima um casal, desperta o amor. É uma parte fundamental para o relacionamento. Aquele sentimento gostoso que deve levar o casal a uma experiência contínua no relacionamento. Maturidade: seja no namoro ou no casamento, é preciso trabalhar o zelo pelo relacionamento e também respeito. O que pode sustentar um relacionamento sem dúvida alguma é o respeito.

Precisamos desenvolver valores em nosso relacionamento – amizade, carinho, afetividade. A pergunta que deve ser feita é se de fato o nosso namoro ou casamento agrada o coração de Deus e traz alegria ao nosso coração.

#Relacionamento

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