Uma luta pela família



No livro de Neemias há uma afirmação muito forte que pode ser perfeitamente aplicada aos nossos dias: “Não os temais; lembrai-vos do grande e terrível Senhor, e pelejai pelos vossos irmãos, vossos filhos, vossas mulheres e vossas casas” (4.14).

O contexto fala de uma luta que seria travada. Como líderes do exército inimigo do povo de Deus estavam Sambalate, Tobias, além dos árabes, amonitas e mais os homens de Asdode. Daí vem a chamada de Neemias. Em outras palavras, ele os conclamou dizendo: “Lutem por suas famílias”. Podemos afirmar que nos dias de hoje uma grande luta está sendo travada para destruir a estrutura da família, inclusive no Brasil.

Segundo dados de pessoas que militam na defesa da família em Brasília, existem mais de 850 projetos contrários aos princípios cristãos da família, do casamento.

O PNDH-3 (Plano Nacional de Desenvolvimento Humano) está recheado de itens que ferem a teologia bíblica da vida, da sexualidade, da família.

Dentre as batalhas que se travam está o movimento que tenta cercear a liberdade religiosa através da mordaça da “homofobia”. O movimento “Brasil livre da homofobia” deturpa o significa da palavra “homofobia” para impedir que pais e religiosos sejam impedidos de ensinar a posição bíblica da sexualidade humana. O plano para destruir a família tenta, por exemplo, ensinar às crianças que ser homossexual é tão bom quanto ser heterossexual. Esse aprendizado vai se dar em todos os níveis.

Outra batalha contemplada no PNDH-3 é em relação ao aborto. O Sambalate que lidera esse movimento é o próprio governo. Uma batalha que atinge vítimas indefesas, que ainda estão se formando no útero de suas mães.

A imoralidade é outra frente inimiga. Basta andar pelas ruas das cidades e observar que já não há mais escrúpulo em fixar cartazes pornográficos que anunciam as revistas do gênero.

No bojo do PNDH-3, por exemplo, está a legalização da prostituição. O PNDH-3 não almeja somente regulamentar essa profissão tão cruel, mas também conceder benefícios para as profissionais.

O que fazer para vencer essas e outras frentes inimigas? Em primeiro lugar, orar. Oração é uma arma vital para a batalha. Orar individualmente, orar como família, orar como igreja para que essas e tantas outras leis não sejam aprovadas. Para que os deputados, especialmente os cristãos, honrem seus mandatos e lutem pela opinião daqueles que os elegeram.

Em segundo lugar, não temer. Não devemos nos amedrontar com as ameaças que nos fazem. Profissionais da área da psicologia, pastores, deputados são execrados por tomarem uma posição firme em favor da família segundo os princípios judaico-cristãos.

Terceiro, fortalecer a família e fazer de cada lar uma estratégia de defesa e ataque. Igrejas, instituições e famílias devem se unir, se fortalecer todos os dias para a luta, que tende a ser mais ferrenha e desleal.

Quanto ao mais, é saber que essa luta não é nossa, mas de Deus. É Ele quem lutará por nós. Neemias tinha consciência dessa verdade quando disse: “No lugar onde ouvirdes o som da buzina, ali vos ajuntareis conosco; o nosso Deus pelejará por nós” (4.20).

#Vidaconjugal

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