A pressão da turma


Sempre fui uma pessoa animada e guerreira, mas quando se trata de filhos crescidos e adolescentes, já passei muito desespero. Você já notou como ser um bom pai ou boa mãe parece ter se tornado mais difícil de uns anos para cá? As técnicas maravilhosamente bem-sucedidas com um jovem podem falhar com outro.

Minha família não é perfeita, pois enfrentei muitos problemas com meus filhos e fracassei inúmeras vezes, mas uma fórmula que posso dar aos leitores é: quando um jovem se sente próximo da família, tem menos chance de se envolver com álcool, cigarros e outras drogas.

Conversar bastante com nossos filhos e sermos claros nos ajudaram a minimizar o impacto da pressão dos amigos quando eles entraram na faculdade. Conversar com nossos filhos sobre os riscos de atitudes inaceitáveis e se vale a pena correr tais riscos foi imprescindível na educação e decisão na hora da pressão.

Vi também isso acontecer com famílias maravilhosas que amavam o Senhor e eram dedicadas à igreja. Mesmo assim, não é regra vitoriosa ver os filhos se desviarem do treinamento piedoso dado pelos pais.

A experiência da amizade e sua importância são definidas de acordo com cada contexto histórico específico, que inclui os aspectos sociais, mas também da família, da religião, da política e da cultura de cada época.

Alguns autores afirmam que as relações de amizade têm passado por mudanças significativas na atualidade: a troca de experiências e os momentos de convivência e diversão, que no passado estavam centrados nos momentos de convivência familiar, agora se encontram voltados para as relações sociais, em especial entre grupos.

“Aprontações” com prejuízo Ofender, segregar, agredir, roubar, destruir, pichar muros, soltar bombas, “ficar” são comportamentos que os pais não devem permitir. Um filho que “apronta” e fica impune infringe regras e fere os direitos de outras pessoas. Muitas vezes mais vale um limite bem-demarcado do que todo o esforço psicológico para tentar entender o problema e a pressão do jovem. A união dos pais é importante, pois o filho aproveita quando há divergências entre pai e mãe e começa a ceder às pressões do grupo.

Içami Tiba disse que os filhos são como navios. O lugar mais seguro para o navio ficar é no porto, mas esta não é a finalidade para a qual foi construído. Os pais são um porto seguro para os filhos até que eles se tornem independentes. Nem sempre os navios vão para o lugar que seus fabricantes imaginaram. Ninguém pode garantir que um filho vai ceder ou não às pressões do grupo, mas dentro dele sempre pode haver valores cristãos, como ética, humildade, humanidade, honestidade, disciplina e gratidão.

A maneira como os filhos conduzem a própria vida terá impacto não somente sobre eles mesmos, mas também sobre as próximas gerações. Mesmo com toda a incerteza de criar filhos responsáveis e felizes, Dobson afirma que ser pai e ser mãe, apesar frustrações, continua a ser uma facetas mais gratificantes da experiência humana.

Sugestões para que seu filho não ceda às pressões do grupo 1. Dedique tempo à vida familiar; 2. Comunique-se com seus filhos de forma pessoal; 3. Dê-lhes atenção e carinho; 4. Seja um bom exemplo; 5. Encoraje-os a serem responsáveis; 6. Participe de atividades junto com eles; 7. Conheça seus amigos, saiba aonde vão e o que fazem; 8. Ensine-os a fazer escolhas certas pensando no futuro; 9. Discuta os riscos de determinados comportamentos, desde cedo e sempre; 10. Entregue seus filhos a Deus de forma humilde e irrestrita.

Você está preparando seu filho para enfrentar as pressões do grupo?

#Adolescência

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