EDIÇÃO 157 - JULHO/AGOSTO 2017

Aprendizado + Cooperação

A frase “Enfim sós!” é o momento mais esperado dos recém-casados. Foram dias, meses e anos de espera, e agora estão definitivamente juntos, não terão mais que dizer “até amanhã” ou “tchau”. Irão acordar um do lado do outro, cuidar um do outro, ajudar-se mutuamente e construir uma caminhada juntos para sempre.

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Serão momentos de aprendizado, em que se olha para o cônjuge e tenta-se entender como ele(a) age, seu modo de pensar e falar. E nessa caminhada surge um dos ministérios que um casal pode ter: Aprendizado + Cooperação.


Já ouvi várias dicas para esse início de caminhada, especialmente para os primeiros doze meses, que são considerados por especialistas da área como o “tempo do ajuste”. Uma das dicas mais interessantes que li fala de cinco provas mais difíceis de um relacionamento a dois:

Seja o pacificador – Lembre-se de que se você está tendo de se adaptar, seu cônjuge também está. Então, seja a parte que pacifica, que escolhe conversar, entender e esperar.


Demonstre seu amor – Nunca deixe de demonstrar a seu cônjuge por que estão juntos, qual foi o motivo de terem se unido em matrimônio.


Evite cobranças e julgamentos – Lembre-se de que agora a vida de casado não será mais como quando viviam com seus pais e irmãos. Ser o cônjuge de alguém é uma opção e junto a ela vem o compromisso de se dedicar um ao outro.


Evite sair ou dormir brigado – Isso não é uma regra, mas é algo que, se for preservado, poderá evitar muitas noites mal dormidas, sofrimento e falta de apetite durante o dia. 


Dedique-se – Novas maneiras de conviver, criatividade e bom humor devem nortear a vida do novo casal.

Não há nada de errado nessas dicas, mas temos de nos aprofundar mais no tema e pensar que podemos colocar em prática nossos talentos a serviço do lar. Isso não parece tão fácil, como este texto que você lê, mas necessita de algo diferente e especial que se chama servir.


Servir é trabalhar em favor de alguém, de uma instituição, de uma ideia, etc. E na família não é diferente. É estar disposto a contribuir com o seu cônjuge.


Temos um potencial e podemos potencializá-lo quando dedicamos parte de nossa vida à família, colocando-o em prática e procurando exercê-lo da melhor forma possível e sendo um canal que irá contribuir e ajudar.


Precisamos avançar, e uma das formas mais interessantes é colocar esse aprendizado em prática todos os dias de nossa vida conjugal, contribuindo para que o próximo possa desfrutar desse aperfeiçoamento.


Temos de estar sempre prontos para aprender, pois não só ouviremos uma dica ou sugestão diferente daquela que normalmente praticamos, mas podemos ser edificados e crescer nos conselhos e orientações recebidos.


E finalmente, nunca devemos nos esquecer dos resultados que alcançamos, pois se trata de um servir e ser servido. É assim que talentos e dons são colocados em prática na família. É uma troca diária de crescimento; ontem eu servi, hoje sou servido e amanhã serviremos.


O primeiro ano de casamento é como uma linda e emocionante história, que nos ensina a sermos melhores, nos faz crescer e nos proporciona uma caminhada emocionante de anos e décadas de aprendizado somado com a cooperação.

EMÍLIO FERNANDES JUNIOR

O trabalho e as prioridades do relacionamento conjugal e familiar

Trabalho é o gasto de energia manual, mental e física, mas não podemos nos esquecer de que nele há benefícios e prazeres e nele também glorificamos a Deus. Porém podemos perguntar: o trabalho não é uma maldição por causa da queda de nossos primeiros pais?

Alcindo Almeida

Desde a época de Adão e Eva, é o que funciona!

A vida conjugal seria um redemoinho de paixão e romance se assim fosse. Entretanto, é muito comum casais já demonstrarem desapontamento e frustração, embora recém-casados. Desilusão talvez seja a palavra que melhor descreve o sentimento de muitos deles.

Jaime Kemp

Dinheiro: de frente com questões necessárias e decisivas!
Ivonildo Teixeira

Foi bom para você?
Marcos Antonio Garcia

 

Sogros, como se relacionar com eles?
Josué Gonçalves
 
Diversão e prazer contribuem para a unidade emocional, conjugal e familiar!

Julio César de Lima
 
Os papéis de cada um no lar

Josué Campanhã

 

Filhos: vamos ter? Quando? Quantos?
Dora Bomilcar

 

Amizades do casal: temos amigos comuns ou amizades individuais?
Maria Lúcia Thomazi

 

Vida espiritual: há ambiente aconchegante no lar? Estamos crescendo no relacionamento com Deus? Orando juntos? Lemos a Palavra de Deus?
Marcos Quaresma
 

Artigos

 

Vida conjugal
Crístofer Batista da Costa e Patrícia Scheeren

 

Adoração em família
Rosana Fernandes

 

Linguagens do amor 
Adriel de Souza Maia

 

Finanças em família
Paulo de Tarso

 

Comunicação & ação
Fernando de Paula

 

Namoro cristão
Giovanni Zimmermann

 

A família nas mãos de Deus
Igor Vilcinskas Junior

 

Pais e filhos, amigos para sempre
Judith Kemp

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